Estátuas do Pártenon geram discussão entre Bruxelas e Londres

União Europeia pode incluir no documento das negociações da futura relação com o Reino Unido a exigência dos artefatos roubados, enquanto os negociadores sobem o tom das divergências

O Museu Britânico adquiriu as estátuas do Pártenon em 1816 por 350 mil libras.
© EPA/Facundo Arrizabalaga

O francês Michel Barnier líder da equipa poderá incluir a questão dos objetos culturais roubados nas negociações sobre a sua futura relação com o Reino Unido. O esboço do documento que estabelece os objetivos e as linhas vermelhas da União Europeia, e ao qual a AFP e a Reuters têm, menciona a “devolução ou restituição de bens culturais que tenham saído ilicitamente dos países de origem”

Sendo que os documentos não referem mas as notícias começam por ser transmitidas como referência as esculturas Pártenon, as estátuas do século V a.C e conhecidas no Reino Unido como os mármores de Elgin, em exposição no Museu Britânico, em Londres.

Adaptação da notícia de Cesar Avó publicada no Diário de Notícias a 19 de fevereiro de 2020