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Novas tecnologias podem vir a melhorar as condições de vida

Um novo relatório da ONU  avança que as novas tecnologias, desde inteligência artificial à edição genética, têm capacidade para melhorar a nossa vida  mas que também podem levar  a uma maior desigualdade.

O relatório  avalia como as novas tecnologias  podem ser usadas para atingir as metas das Nações Unidas para 2030: erradicar a pobreza extrema, preservar o meio ambiente e promover o crescimento económico.

“Saúde e longevidade, prosperidade para todos e sustentabilidade ambiental estão ao nosso alcance se aproveitarmos o poder dessas inovações, no entanto, essas mesmas tecnologias também levantam sérias preocupações”, advertiu o secretário-geral da ONU.

António Guterres apelou aos governos que adotem políticas que regulem a equidade e ética das novas tecnologias.

O relatório de 175 páginas realça que os países em desenvolvimento ainda não usufruem a 100% os benefícios  das suas tecnologias. Milhares de pessoas ainda recorrem à mão de obra humana, e não têm a educação adequada para poderem dar o salto para uma mão de obra tecnológica.

Por outro lado, o relatório do Departamento de Assuntos Económicos e Sociais da ONU adverte à faceta “não humana” das novas máquinas que poderão reforçar preconceitos e formas de exclusão já existentes”.

O facto de estas novas tecnologias já competirem com pessoa por um lugar no mercado de trabalho e de, por exemplo, nos anúncios do facebook, já serem usadas formas de manipular e espalhar um discurso de ódio e de preconceito na rede social influência, desde logo,  o consumidor.

Adaptação da notícia publicada no Diário de Notícias a 09 de outubro de 2018

Juventudes partidárias defendem maior participação cívica dos jovens

Representantes das juventudes partidárias defendem a necessidade de uma abordagem diferente para cativar o envolvimento dos jovens na vida política.

A presidente da JSD, Margarida Lopes, debruçava-se sobre “que causas movem os jovens?” respondendo que os jovens continuam interessados na política mas através de outros meios.

“A ideia que eu tenho é que os jovens estão afastados da classe política, dos partidos e da política convencional o que não significa que não se interessem por política ou pelos temas que lhes dizem respeito. Há é outras formas de participar. Hoje em dia não se têm de circunscrever aos partidos ou às juventudes partidárias ou associações, há outros foros menos formais que lhes permitem que eles possam dar a sua opinião”, afirmou.

Francisco Rodrigues dos Santos, presidente da JP,  quando questionado sobre o envolvimento das associações estudantis com os movimentos partidários  afirmou que ambas “preenchem um campo fundamental para a cidadania ativa”.

António Azevedo, da JCP, considera que hoje em dia é muito mais fácil fazer propaganda a uma viagem de finalistas do que uma propaganda política nas escolas, justificando o afastamento dos mais jovens graças às constantes desilusões políticas.

Adaptação da notícia publicada no Diário de Notícias a 27 de setembro de 2018

Emprego garantido para alunos de TI

Devido a escassez de alunos de tecnologias de informação, e a dificuldade de recrutamento, a Sonae ofereceu dez vagas de emprego nesta área, onde daria 1000 euros por mês e mais subsídios  aos alunos, no ano passado. Este ano conta com 75 vagas.

A procura de perfis tecnológicos ganhou cada vez mais relevância na Sonae, por ser uma necessidade transversal a todo o mercado de trabalho, o que gera uma guerra de talento, em que a procura e a oferta não se encontram equilibradas.

“Há efetivamente uma falta de mão-de-obra na área das TI”, realçou Inês Buekenhout, consultora de TI & Digital Division da Robert Walters Portugal. E, diz Paulo Ayres, “se o número de candidatos nesta área duplicasse ainda continuaria a existir procura por parte das empresas”.

Muitas empresas estão a apostar no lançamento de academias de formação internas., como é o exemplo da Glintt, empresa de serviços tecnológicos na saúde, que já abriu inscrições para a terceira edição da Academia Glintt, um programa de formação remunerado, com salários entre os 730 e os mil euros, que visa responder às necessidades de recursos humanos da empresa, inclusive na área das TI, diz Inês Viana Pinto, gestora dos recursos humanos.

O programa Contacto da Sonae segue a mesma filosofia. Os jovens selecionados este ano, para preencher as 75 vagas, foram acompanhados durante nove meses pelos diretores de departamento, para desenvolverem competências profissionais e expandirem a rede de contactos dentro do grupo.

Adaptação da notícia publicada no Diário de Notícias a 17 de outubro de 2018

Confiança dos consumidores estável

Em Outubro, e de acordo com os dados da Direção-geral dos Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão Europeia, após as quedas verificadas nos dos meses anteriores, os consumidores ganharam confiança no que diz respeito à moeda única, registando uma ligeira subida de 0,2 pontos, para os -2,7 pontos.

Este acontecimento deu-se tanto na zona euro como no conjunto da União Europeia, depois das quedas registadas em Agosto e Setembro.

Adaptação da notícia publicada no Dinheiro Vivo a 23 de outubro de 2018

Estados-membros da UE reduzem IVA dos jornais online e livros digitais

Este ano, dia 2 de outubro, o Conselho dos Assuntos Económicos e Financeiros chegou a um acordo, que agrega os ministros das Finanças dos 28 estados-membros da União Europeia, faltando agora a aprovação formal dos chefes de Estado no formato de Conselho Europeu.

Os livros digitais, jornais online e outras publicações eletrónicas poderão vir a ter uma taxa inferior de IVA, ao contrário do que era antes, por imposição das regras europeias.  Os Estados-membros poderão alinhar o IVA das publicações eletrónicas com o regime mais favorável que está em vigor para publicações físicas tradicionais.

A Comissão Europeia afirma que este é o último passo para  assegurar que o tratamento desigual entre os dois produtos (papel e digital) seja algo do passado. Esta proposta já vem a ser pensada desde o final de 2016, sendo que agora com a nova directiva, a taxa terá de ser no mínimo de 5%, salvo algumas excepções de Estados-membros que têm taxa zero ou quase zero.

Adaptação da notícia publicada no Jornal de Negócios a 2 de outubro de 2018

Isenção fiscal à McDonald’s no Luxemburgo é legal

A Comissão Europeia recentemente determinou que o regime fiscal de Luxemburgo que isenta a McDonald’s de pagar impostos sobre os lucros, não é uma ajuda de Estado ilegal.

Em dezembro de 2015, após uma investigação sobre as isenções de impostos de 2009 a parte dos lucros da McDonald’s, a CE concluiu que o regime não vai contra o acordo sobre a dupla tributação entre Luxemburgo e os Estados Unidos.

Margrethe Vestager, comissária europeia, afirma que a investigação mostrou que”a dupla tributação resulta de uma incompatibilidade entre as legislações fiscais luxemburguesa e americana e não de um tratamento especial dado pelo Luxemburgo.”

Adaptação da notícia publicada no Jornal Económico a 19 de setembro de 2018

Dívida portuguesa é a terceira mais alta e défice é o segundo maior Europeu

Portugal regista a terceira dívida mais alta da União Europeia e o segundo maior défice orçamental na zona euro.

A Eursotat revê a diminuição da dívida pública portuguesa de 2017, apesar de ela continuar a terceira mais elevada da União Europeia.

A dívida pública da UE também foi revista, e baixou para os 81,6%. A dívida pública da zona euro apresenta um rácio de 86,8% do Produto Interno Bruto (PIB) face ao número registado em 2016 – 89,1%.

Os estados-membros que apresentaram uma maior dívida pública são a Grécia (176,1% do PIB), a Itália (131,2%),  Portugal (124,8% — um recuo face aos 129,2% de 2016), a Bélgica (103,4%), a França (98,5%) e Espanha (98,1%).

Quanto ao défice orçamental Portugal apresentou em 2017 o segundo maior défice (3,0%).

O défice da zona euro recuou de 1,6% em 2016 para 1,0% do PIB de 2017. Já o défice da União Europeia recuou para os 1,0% face aos 1,7% de 2016.

Adaptação da notícia publicada na TSF a 22 de outubro de 2018

Comissária Europeia ameaça sanções a Facebook

A demora da empresa a vergar-se sobre as regras europeias faz com que a comissária “perda a paciência” e ameace sanções

A Comissária Europeia da Justiça admitiu ter perdido a “paciência” com a rede social americana de não se adaptarem às regras europeias que visam a proteção do consumidor e ameaçou a empresa com sanções.

“A minha paciência esgotou-se. Embora o Facebook me tenha garantido que iria finalmente alterar os termos de serviço enganosos até dezembro, isto arrasta-se há demasiado tempo. É tempo de parar com promessas e passar à ação. Se as alterações não forem plenamente implementadas até final do ano, solicitarei às autoridades dos consumidores que atuem rapidamente e sancionem a empresa”, declarou Vera Jourová.

Esta declaração foi prestada na conferência de imprensa, em Bruxelas, que procurava chegar a uma conclusão sobre as condições de serviço,  tanto no caso do Facebook como no do Airbnb, e que a Comissão Europeia vê como enganosas.

“Em particular, o Facebook diz agora aos consumidores que os seus dados e conteúdos são usados unicamente para melhorar a sua ‘experiência’ global e não menciona que a empresa usa esses dados para fins comerciais”, acusa a Comissão Europeia.

Adaptação da notícia publicada no Diário de Notícias a 20 de se de 2018

Centro de Negócios do Fundão ganha prémio RegioStars

A RegioStars premiou o Centro de Negócios do Fundão, distinguido por melhorar a vida das pessoas e pela criação de emprego.

O projeto na autarquia do Fundão teve um investimento dos fundos europeus de 2,4 milhões de euros no centro de negócios, o que vai permitir a criação de 500 postos de trabalho qualificado.

O prémio que distingue projetos na área do desenvolvimento sustentável e da redução de dióxido de carbono foi entregue a uma empresa finlandesa pela criação de uma técnica menos poluente de reciclar algodão. Este projeto tem como objetivo reduzir o desperdício e o uso de produtos químicos.

Na categoria de património cultural, o país de Gales foi premido pelo seu centro cultural linguístico e pela revitalização da aldeia Nant Gwrtheyrn .

Já a região espanhola de Murcia venceu o prémio na área de acolimento de imigrantes. Nesta, o projeto pretende proporcionar bens básicos como casas, saúde e apoio profissional.

Adaptação da notícia publicada na Euronews a 12 de outubro de 2018

Lisboa eleita Capital Europeia do desporto 2021

O vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa revelou que em 2021 a capital portuguesa será a capital do desporto.

O anúncio foi feito no final de um jantar com a comunidade desportiva de lisboa e o comité do ACES Europe, que visitou a capital para averiguar as suas condições técnicas.

“Não foi uma surpresa. Achámos sempre que Lisboa venceria”, disse o vice-presidente da CML, indicando que a capital portuguesa competia com Haia, na Holanda, onde o comité tinha estado anteriormente.

Quanto à vitória, Duarte Cordeiro (VP CML) assegurou um investimento de 26 milhões de euros em equipamentos desportivos até 2021, por parte da CML.

Na sua opinião, Lisboa “é uma referência a nível europeu para acolher grandes eventos internacionais”, uma vez que a cidade recebeu entre 2012 e 2016 “309 grandes eventos desportivos”.

Isto traduziu-se num impacto direto de 20 milhões de euros e num impacto indireto de 100 milhões de euros, nos anos de 2014 e 2015.

Adaptação da notícia publicada no Diário de Notícias a 25 de novembro de 2017