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Contas e orçamento da Liga de clubes aprovados sem votos contra

O organismo que gere o futebol profissional prevê um resultado positivo de 1,5 milhões de euros para 2015-16

O relatório e contas da época 2014-15 e o orçamento para 2015-16 da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) foram aprovados sem votos contra, em Assembleia Geral.

Na primeira reunião magna do dia, os clubes reunidos aprovaram sem votos contra o relatório e contas de 2014-15, do qual consta um saldo negativo de 640 mil euros, assim como o orçamento para a presente temporada, que prevê um resultado positivo de 1,5 milhões de euros (ME).

Fonte oficial da LPFP deu conta de que este é o primeiro orçamento com resultado positivo das últimas quatro temporadas, salientando que depois deste documento, marcado pela “contenção”, o organismo pretende promover o seu “crescimento”, em 2016-17 e 2017-18, e a “consolidação”, na última época do mandato de Pedro Proença.

Para quantificar esta pretensão, a mesma fonte realçou a ambição de passar dos 10,7 ME de rendimentos em 2014-15 para os 18 ME em 2018-19.

Depois desta Assembleia Geral ordinária, os sócios da LPFP vão reunir-se numa reunião magna extraordinária para debater a proposta de distribuição das verbas da Taça da Liga da presente temporada, assim como da regularização dos montantes atribuídos em 2012-13 e 2013-14.

Notícia publicada no Público a 21 de janeiro.

Joaquim Gomes elogia regresso de Setúbal e Alentejo à Volta

Diretor da prova rainha portuguesa não imaginava este cenário há uns meses

O diretor da Volta a Portugal em bicicleta disse que o regresso a Setúbal e ao Alentejo vem enriquecer a prova, durante a apresentação da penúltima etapa da edição de 2016, que vai começar em Alcácer do Sal.

“Se há quatro meses me tivessem perguntado se iria haver uma etapa a sul diria que era impossível. O regresso de Setúbal e do Alentejo, que há vários anos estavam arredados do mapa da Volta, só vem enriquecer a Volta”, sublinhou Joaquim Gomes.

A principal prova do ciclismo nacional, que vai decorrer de 27 de julho a 07 de agosto, marca o regresso das etapas da Volta, 42 anos depois, à cidade sadina e será um dos eventos em destaque no programa Setúbal – Cidade Europeia do Desporto 2016.

A etapa em questão, agendada para o penúltimo dia da Volta, terá início em Alcácer do Sal, facto que assinala igualmente o regresso dos ciclistas ao sul do Tejo e também às estradas alentejanas.

Joaquim Gomes salientou ainda o regresso de FC Porto e Sporting na 78.ª edição da Volta e não escondeu o desejo de ter também no próximo ano o Benfica no pelotão, que em 2016 terá seis equipas nacionais e dez a 12 estrangeiras.

“Alertados pelo facto de FC Porto e Sporting estarem de regresso ao ciclismo e à Volta, temos esperança de que o Benfica também possa estar presente na Volta em 2017”, disse.

Delmino Pereira, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, antevê na etapa que terá a meta colocada na Avenida Luísa Todi um dia de luta intensa que poderá determinar o vencedor.

Notícia publicada no Diário de Notícias a 19 de janeiro.

Dupla campeã da Europa de tiro espera felicitação de Cavaco Silva

João Costa e Joana Castelão nunca tinham competido juntos e venceram na variante de Air 50 Pistol de tiro de ar comprimido. Só lamentam o silêncio do Presidente da República.

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Só nos melhores sonhos João Costa, 50 anos, e Joana Castelão, 20 anos mais nova, admitiam a possibilidade de se sagrarem campeões da Europa. Mas o sonho tornou-se realidade em Arnhem (Holanda) anteontem, com a dupla portuguesa a conquistar o ouro na prova de Air 50 Pistol nos Europeus de tiro de ar comprimido. Foi a primeira vez na história da competição que foram admitidas duplas mistas nesta variante e por isso, apesar de amigos há muitos anos – convivência reforçada com os estágios da seleção nacional -, o comportamento conjunto em competição era uma incógnita.

No meio dos festejos, há contudo um lamento: o esquecimento de Cavaco Silva. “Estou muito desiludido com o nosso Presidente da República, que não se dignou a felicitar-nos! Já em 2011 eu tinha sido campeão da Europa e adormeci à espera que o telefone tocasse”, queixou-se João Costa ao DN.

Notícia publicada no Diário de Notícias a 9 de março.

Antigas “glórias” do Benfica confiantes para a final

Antigos jogadores do Benfica, convidados para assistir à final em Turim, demonstraram confiança na conquista da competição europeia.

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Entre os muitos adeptos que se deslocaram a Turim, de modo a assistir à final da Liga Europa, encontram-se alguns rostos bem conhecidos, como José Eduardo Moniz, “vice” do clube”, Humberto Coelho, Simões e Valdo. Os antigos jogadores encarnados mostraram-se todos confiantes na vitória final.

O vice-presidente do Benfica, José Eduardo Moniz, expressou o seu desejo em regressar a Portugal com a Taça. “Temos de marcar mais golos que eles”, indicou, antes de parabenizar a equipa pela “época brilhante”

Humberto Coelho, vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e antigo defesa-central das águias, relembrou que sempre que o Benfica disputou uma final europeia frente a equipas espanholas (1961 com o Real Madrid e 1962 com o Barcelona) a sorte sorriu aos encarnados. “Não há duas sem três”, disse, visivelmente bem-disposto.

O irrequieto extremo António Simões, vencedor de duas Taças dos Campeões Europeus pelo Benfica, aconselhou prudência à equipa de Jorge Jesus, que considera levar uma “pequenina vantagem”. “O Benfica tem de ser prudente sem deixar de ser ambicioso”, concluiu.

Diamantino Miranda e Valdo mostraram-se “otimistas” com uma equipa encarnada “com todas as condições para vencer”. “O Benfica atravessa grande momento”, reconheceu o jogador brasileiro.

Por último, Ricardo Gomes, defesa brasileiro que venceu dois campeonatos pelo Benfica, “afastou” o fantasma da final do ano passado e avisou que na “final não há favoritos”.

Publicado no Diário de Notícias a 14 de maio de 2014

Do jogo de estreia a uma final europeia

Sevilha e Benfica reencontram-se 57 anos depois do único embate europeu entre os dois clube. O jogo de 1957 marcou a estreia de ambos nas provas da UEFA, o desta quarta-feira promete a taça da Liga Europa.

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Turim assinala o reencontro entre dois emblemas com laços históricos, mas que, de certa forma, perderam o contacto ao longo dos anos. Em 1957, Sevilha e Benfica cumpriram ambos a sua estreia nas competições europeias e logo um contra o outro.

O estádio de Nervión, a ‘casa’ do clube andaluz até 1958, foi o palco dessa partida, referente à primeira mão da ronda preliminar da Taça dos Clubes Campeões Europeus, na qual os espanhóis venceram por 3-1. O dia de 19 de setembro de 1957 tornava-se a partir daí uma efeméride a unir para sempre Sevilha e Benfica, se bem que apenas os espanhóis tenham guardado boas memórias.

Os golos de Pahuet, Iborra e Pepillo anularam o tento de honra encarnado da autoria de Francisco Palmeiro, construindo uma vantagem segura e defendida com sucesso no desafio da segunda mão, uma semana mais tarde, com um nulo em Lisboa. A formação de Otto Glória não conseguiu inverter o rumo da eliminatória, apesar de o Benfica contar então nas suas fileiras com os ‘históricos’ José Águas, Mário Coluna, Ângelo ou Cavém, entre outros.

O Benfica despedia-se assim rapidamente da sua primeira aparição no ‘Velho Continente’, enquanto o Sevilha, comandado pelo técnico Satur Grech, seria afastado nos quartos de final pelo poderoso Real Madrid, que seguia na rota de mais um título europeu. Porém, os andaluzes não se esqueceram dos encarnados e imortalizaram o símbolo do Benfica no enorme mosaico que preenche a fachada do atual recinto do clube, o Ramón Sánchez Pizjuán.

O desfecho da eliminatória entre Sevilha e Benfica não seria um reflexo do que se seguiria, pois o período áureo dos encarnados chegou poucos anos depois, fruto das conquistas europeias de 1961 e 1962 e ainda com as finais perdidas de 1963, 1965 e 1968. Já o Sevilha teve de esperar pelo início do século XXI para atingir a ribalta europeia, com as vitórias na Taça UEFA de 2006 e 2007 e ainda a Supertaça Europeia de 2006.

Desde 1957 que os dois clubes não voltaram a jogar. Contudo, tal como no primeiro duelo, também este promete ser um embate histórico. A final da Liga Europa, em Turim, no dia 14 de maio, será uma data para recordar entre os adeptos de Sevilha e Benfica, já que os primeiros querem manter o pleno de vitórias nas finais e os segundos querem acabar com um jejum que perdura desde 1962. A cidade dos Alpes italianos será o cenário da resposta aos anseios de ambos…

Publicado no Sapo a 14 de maio de 2014

Benfica é recordista de finais europeias perdidas

Equipa da Luz perdeu a oitava final europeia consecutiva e continua com o palmarés resumido às conquistas com Belá Guttmann, na década de 60.

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O Benfica perdeu nesta quarta-feira a sua oitava final europeia consecutiva, depois dos triunfos na Taça dos Campeões Europeus de 1960/61 e 61/62, caindo pela segunda vez no desempate por grandes penalidades. O clube da Luz, após a derrota frente ao Sevilha, reforçou o estatuto de clube europeu com mais finais perdidas consecutivas (a Juventus também perdeu oito, mas não consecutivas, e tem oito títulos europeus).

A formação “encarnada” começou da melhor maneira, com triunfos frente a Barcelona (3-2) e Real Madrid (5-3), mas, depois disso, jamais arrebatou qualquer troféu, vítima, segundo a “lenda”, da “maldição” de Belá Guttmann, o treinador nos dois títulos.

Depois de deixar a Luz, o húngaro, a quem foi erguida uma estátua já no decorrer desta época (só depois de, curiosamente, o FC Porto o ter feito no seu museu), disse que o Benfica jamais voltaria a ser campeão europeu sem ele e, volvidos mais de 50 anos, os “encarnados” continuam “apenas” com dois troféus europeus e já com uma “imensidão” de oito finais perdidas. A Liga Europa, é certo, não quebraria a “maldição” – é um título europeu, mas não conferiria ao Benfica o estatuto de campeão europeu que a Liga dos Campeões oferece -, mas o desalento volta a apoderar-se da massa adepta encarada.

O Benfica não foi feliz pós Guttmann, mas foi-o claramente na primeira final com o húngaro, em 1960/61, num triunfo sofrido frente ao Barcelona (3-2), em Berna, depois de ter estado a perder.

Na época seguinte, os “encarnados” foram “gigantes” diante do Real Madrid, em Amesterdão, onde estiveram a perder por 2-0 (“bis” de Ferenc Puskas, que ainda fez o 2-3) e venceram por 5-3, como José Águas e Coluna a repetir os golos do ano anterior e o “miúdo” Eusébio a resolver, com um “bis”.

Com Fernando Riera em vez de Guttmann, o Benfica, então bicampeão em título, era favorito na final de 1962/63 e esteve a vencer, com um golo de Eusébio, mas um “bis” de Altafini, na segunda metade, deu o título ao AC Milan, em Wembley (1-2).

O Benfica falhou a final de 1963/64, mas voltou na época seguinte, para jogar fora, com o Inter de Milão, em Itália onde um golo de Jair, aos 42 minutos, decidiu (0-1) um jogo que os “encarnados” jogaram com apenas 10 desde os 57′, por lesão do guarda-redes Costa Pereira. Não havia substituições.

A década de 60 ainda teve uma quinta final, em 1967/68. Em Wembley, perto de casa, o Manchester United marcou primeiro, mas Jaime Graça empatou e, com o fim à vista, Eusébio falhou uma oportunidade daquelas que “nunca” falhava. No prolongamento, os ingleses, de George Best, marcaram três golos de “rajada”.

Quinze anos volvidos, em 1982/83, o Benfica chegou à final da Taça UEFA, mas, frente a um poderoso Anderlecht, perdeu por 1-0 em Bruxelas e, em casa, depois de sonhar, com um golo de Shéu, caiu aos pés de Lozano (1-1), que “gelou” a Luz.

A sétima final, e sexta na Taça dos Campeões, aconteceu em 1987/88 e, frente ao PSV Eindhoven, base da Holanda campeã europeia em 1988, o troféu decidiu-se nos penáltis. O “onze” de Toni marcou os cinco primeiros, mas, ao sexto, Janssen manteve o pleno na baliza de Silvino, enquanto Veloso falhou.

Os “encarnados” voltaram em 1989/90, mas, frente a um “super” AC Milan, dos holandeses Rijkaard (autor do único golo do encontro), Gullit e Van Basten, mais uma série de “estrelas”, como Maldini, Baresi ou Ancelotti, voltou a perder.

Vinte e três anos depois, o Benfica disputou a final da Liga Europa, frente ao então detentor do título europeu, o Chelsea, e voltou a cair (1-2), desta vez de forma “cruel”, com um golo aos 90+3 minutos, de Ivanovic.

Hoje, em Turim, repetiu-se a história de há 28 anos, com o PSV (com as devidas diferenças entre Liga dos Campeões e Liga Europa, prova de segunda linha do futebol europeu), já que não se marcaram golos durante 120 minutos e, depois, a equipa “encarnada” caiu nos penáltis (2-4), sendo que, desta vez, foram Cardozo e Rodrigo a falhar.

Publicado no Diário de Notícias a 15 de maio de 2014

Jessica Augusto eleita a melhor atleta europeia de abril

O sexto lugar obtido por Jessica Augusto na última Maratona de Londres valeu à fundista portuguesa a escolha como atleta europeia do mês de abril, ficando desde já nomeada para a lista global de 2014.

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A escolha foi feita pela Associação Europeia de Atletismo, através de uma votação ponderada entre seguidores no Facebook, jornalistas desportivos registados no site da organização e um painel de especialistas escolhidos pela entidade que supervisiona o atletismo europeu.

Em Londres, a 13 de abril, Jessica foi sexta e melhor europeia, com 2:24.25 horas, marca que representa o terceiro melhor registo europeu de 2014 (também recorde pessoal) e a coloca como uma das favoritas para os Campeonatos da Europa.

Em segundo lugar, ficou a checa Anezka Drahotová, campeã europeia júnior de 10.000 metros marcha no ano passado, de apenas 19 anos, e em terceiro a polaca Patrycja Wyciszkiewicz, campeã europeia júnior de 400 metros – ambas com grandes marcas no mês de abril.

A votação masculina foi dominada pelo veterano lituano Virgilijus Alekna (42 anos), duplo campeão olímpico do lançamento do disco, à frente do inglês Greg Rutherford, campeão olímpico do salto em comprimento, e do jovem decatlonista estónio Maicel Uibo, igualmente por marcas de grande qualidade em “meetings” do último mês.

Com a eleição de melhor atleta feminina do mês de abril, a maratonista portuguesa irá figurar na lista dos nomeados para melhor atleta europeu do ano 2014, votação igualmente promovida pela Associação Europeia de Atletismo. Até agora, já estavan nomeadas a croata Sandra Perkovic (disco), a ucraniana Olha Saladuha (triplo) e a holandesa Nadine Broersen (pentatlo). O checo Pavel Maslak (400 metros) e o francês Renaud Lavillenie (vara), este com duas nomeações, integram a lista masculina.

Publicado no Record a 13 de maio de 2014

Supertaça europeia disputa-se a 12 de agosto em Cardiff

A Supertaça europeia de futebol, disputada entre as equipas vencedoras das Ligas dos Campeões e da Europa, vai realizar-se em 12 de agosto, em Cardiff, anunciou esta segunda-feira o diretor da federação galesa da modalidade.

“Será a primeira vez que um encontro jogado sob a égide da UEFA se realiza na nossa capital (Cardiff) e estamos convictos de que não será a última”, sublinhou o diretor da Federação Galesa de Futebol (FAW), Jonathan Ford.

O pontapé de saída será dado às 19:45, no estádio da equipa de futebol do Cardiff, que alinha na I Liga inglesa, e que não deve ser confundido com o Millennium, utilizado pela formação de râguebi.

Na Supertaça europeia de 2013, disputada em Praga, o Bayern de Munique venceu o Chelsea no desempate por pontapés da marca da grande penalidade (5-4), após empate 2-2 nos 120 minutos regulamentares.

Publicado em UEFA  a 17 de fevereiro de 2014

Portugal conhece adversários para fase de qualificação do Euro2016

A seleção portuguesa vai defrontar Dinamarca, Sérvia, Arménia e Albânia no Grupo I de qualificação para o Campeonato da Europa de futebol de 2016, que vai ser disputado em França. A equipa das “quinas”, uma das nove cabeças-de-série no sorteio hoje realizado em Nice, ficou integrada no único agrupamento com cinco equipas, pelo que vai disputar dois jogos particulares com França, já qualificada para a fase final.

As 53 seleções sorteadas, divididas por nove agrupamentos, vão disputar, entre setembro e outubro de 2015, as 23 vagas para o primeiro Europeu com 24 equipas.

Os dois primeiros classificados de cada grupo e o melhor terceiro qualificam-se diretamente para a fase final, a disputar entre 10 de junho e 10 de julho de 2016, enquanto os restantes oito terceiros vão disputar os “play-offs”, em novembro de 2015.

Publicado em RTP a 23 de fevereiro de 2014

Futebolistas lusos entre mais requisitados na Europa

Portugal é uma das nações com mais representantes nos principais campeonatos europeus de futebol. Os jogadores portugueses estão entre os mais “requisitados” dentro da Europa, o que garante ao país a sexta posição num “ranking” liderado pelo Brasil.

A conclusão é do estudo anual elaborado pelo Observatório do Futebol e dado a conhecer esta segunda-feira. Segundo o “Estudo Demográfico” incluído no relatório, havia, em Outubro de 2013, 152 futebolistas portugueses a atuar em clubes estrangeiros, um número que coloca Portugal a par da Alemanha na lista dos mais representados no Velho Continente.

Embora se tenha verificado um ligeiro decréscimo face ao ano anterior – na época passada, eram 169 os portugueses a jogar por emblemas europeus -, os atletas nacionais continuam a estar entre os mais apreciados, sendo apenas “ultrapassados” pelos jogadores brasileiros (471), franceses (306), sérvios (211), argentinos (196) e espanhóis (178).

De realçar que a primeira liga do Chipre é a que conta com um maior número de portugueses: no total, atuam no campeonato cipriota 37 futebolistas lusos, o equivalente a quase um quarto do total de “emigrantes”, apesar de este número ter também ficado aquém do máximo verificado na época passada naquele país (67).

 Publicado em Boas Notícias  a 21 de janeiro de 2014