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Documento confirma: Gareth Bale foi mais caro do que Ronaldo

Real Madrid tentou esconder o preço da transferência, de modo a tentar manter Cristiano Ronaldo como o futebolista mais caro de sempre

Gareth Bale é, desde 2013, o futebolista mais caro de sempre, superando Cristiano Ronaldo. A revelação foi feita pelo blogue Football Leaks, que divulgou o documento da transferência do extremo galês do Tottenham para o Real Madrid.

O documento revela que a transferência concretizou-se por 99,743.542 milhões de euros, além de um mecanismo de solidariedade de 1,015.875 milhões. Contas feitas, Gareth Bale custou 100,759.417 milhões.

Florentino Pérez, recorde-se, sempre defendeu que Cristiano Ronaldo era o futebolista mais caro de sempre e chegou a afirmar que Gareth Bale tinha custado “apenas” 91 milhões de euros.

Porém, o contrato celebrado com o Tottenham, a 31 de agosto de 2013, inclui a informação de que o Real Madrid iria avisar a imprensa de que Bale tinha custado 91 milhões de euros, enquanto o clube inglês ficaria impedido de revelar quaisquer detalhes sobre a transferência.

O Tottenham conseguiu, ainda, um direito de preferência sobre Gareth Bale caso o Real Madrid aceite alguma proposta para transferir o extremo para a Premier League antes de 2019, bem como no caso de os “merengues” receberem alguma oferta oficial.

Notícia publicada no Diário de Notícias a 21 de janeiro.

Messi arrisca pena de prisão por fraude fiscal

O julgamento da estrela maior do Barcelona e do seu pai começará no dia 31 de maio. Em causa está uma alegada fuga ao fisco no valor de 4,1 milhões de euros


Acusados de fuga ao fisco, Messi – pai e filho – vão no dia 31 de maio sentar-se no lugar dos réus para responderem às questões que o juiz do tribunal de Barcelona julgar pertinentes. Daniel Messi e Jorge Horacio Messi estão envolvidos em três processos de fraude fiscal, pelo suposto desvio de um total de 4,1 milhões de euros.

Ainda que o futebolista, avançado do FC Barcelona, tenha pedido a absolvição dos três crimes, alegando que tanto ele como o pai agiram “assessorados por um prestigiado gabinete de advogados, especializados em direito tributário e desportivo”, o tribunal decidiu mantê-los indiciados, fixando que o julgamento decorra entre os dias 31 de maio e 3 de junho.

O intervalo escolhido pode mesmo levar a que Messi solicite uma alteração, diz o “El País”, pelo facto de as audiências arrancarem apenas três dias após o final da Liga dos Campeões, coincidindo, por outro lado, com o início da Copa América Centenário, competição para a qual o jogador será, seguramente, escalado pelo selecionador da Argentina.

Na verdade, o Ministério público pediu o arquivamento do processo contra o argentino, por considerar que Messi estava concentrado no futebol e desligado da gestão financeira dos seus rendimentos. Em contrapartida, pede 18 meses de prisão para o seu pai, uma decisão oposta à da autoridade tributária espanhola, que pede 22 meses e 15 dias de prisão para cada um dos Messi, além de reclamar o pagamento de outros 4,1 milhões de multa.

Notícia publicada no Expresso a 20 de janeiro.

Messi ganha Bola de Ouro, Ronaldo é o segundo mais votado

Bola de Ouro foi entregue, em Zurique (Suíça), ao argentino Lionel Messi (41,33%) que derrotou o português Cristiano Ronaldo (26,76%) e o brasileiro Neymar (7,86%)

Lionel Messi, jogador do Barcelona e da seleção argentina, ganhou, pela quinta vez, a Bola de Ouro, entregue ao melhor futebolista do ano. Foi a quinta distinção de melhor do mundo ganha por La Pulga, que ganhara o troféu de 2009, 2010, 2011 e 2012.

Cristiano Ronaldo e Neymar foram os finalistas derrotados. O português ganhara em 2008, 2013 e 2014, mas teve um 2015 inferior a Messi e Neymar: não conquistou qualquer título, enquanto os jogadores blaugrana ganharam Liga dos Campeões, campeonato e taça de Espanha e Mundial de clubes.

Messi foi o mais votado por jornalistas, treinadores e capitães de seleções nacionais de todo o mundo, com 41,33% dos votos. Ronaldo ficou em segundo lugar, com 26,76%, e Neymar em terceiro, com 7,86%.

Quantos aos restantes troféus, Luís Enrique (Barcelona) e Jill Ellis (EUA) foram eleitos treinador e treinadora do ano. A melhor futebolista de 2015 foi Carli Lloyd (EUA). Wendell Lira (futebolista brasileiro, ex-Goianésia) recebeu o Prémio Puskas, relativo ao melhor golo do ano. E o Prémio Fair Play distinguiu clubes e jogadores que apoiam refugiados, sendo recebido por Gerald Asamoha, ex-futebolista alemão, de origem ganesa.

Notícia publicada no Diário de Notícias a 11 de janeiro.

Portugal defronta Islândia, Hungria e Áustria no Europeu

Portugal vai estrear-se no Euro 2016 a 14 de junho, em Saint-Étienne, contra a Islândia. Sorteio foi “simpático” para a seleção

Portugal vai defrontar a Islândia, a Hungria e a Áustria na fase de grupos do Euro 2016, ditou o sorteio realizado, no Palácio de Congressos de Paris, em França.

A seleção nacional ficou inserida no Grupo F e evitou os adversários teoricamente mais fortes. A estreia de Portugal no Euro 2016 ocorrerá a 14 de junho, às 20.00, diante da Islândia, em Saint-Étienne.

O Euro 2016 arranca a 10 de junho, com o França-Roménia.

Notícia publicada no Diário de Notícias a 12 de dezembro.

Contas e orçamento da Liga de clubes aprovados sem votos contra

O organismo que gere o futebol profissional prevê um resultado positivo de 1,5 milhões de euros para 2015-16

O relatório e contas da época 2014-15 e o orçamento para 2015-16 da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) foram aprovados sem votos contra, em Assembleia Geral.

Na primeira reunião magna do dia, os clubes reunidos aprovaram sem votos contra o relatório e contas de 2014-15, do qual consta um saldo negativo de 640 mil euros, assim como o orçamento para a presente temporada, que prevê um resultado positivo de 1,5 milhões de euros (ME).

Fonte oficial da LPFP deu conta de que este é o primeiro orçamento com resultado positivo das últimas quatro temporadas, salientando que depois deste documento, marcado pela “contenção”, o organismo pretende promover o seu “crescimento”, em 2016-17 e 2017-18, e a “consolidação”, na última época do mandato de Pedro Proença.

Para quantificar esta pretensão, a mesma fonte realçou a ambição de passar dos 10,7 ME de rendimentos em 2014-15 para os 18 ME em 2018-19.

Depois desta Assembleia Geral ordinária, os sócios da LPFP vão reunir-se numa reunião magna extraordinária para debater a proposta de distribuição das verbas da Taça da Liga da presente temporada, assim como da regularização dos montantes atribuídos em 2012-13 e 2013-14.

Notícia publicada no Público a 21 de janeiro.

Joaquim Gomes elogia regresso de Setúbal e Alentejo à Volta

Diretor da prova rainha portuguesa não imaginava este cenário há uns meses

O diretor da Volta a Portugal em bicicleta disse que o regresso a Setúbal e ao Alentejo vem enriquecer a prova, durante a apresentação da penúltima etapa da edição de 2016, que vai começar em Alcácer do Sal.

“Se há quatro meses me tivessem perguntado se iria haver uma etapa a sul diria que era impossível. O regresso de Setúbal e do Alentejo, que há vários anos estavam arredados do mapa da Volta, só vem enriquecer a Volta”, sublinhou Joaquim Gomes.

A principal prova do ciclismo nacional, que vai decorrer de 27 de julho a 07 de agosto, marca o regresso das etapas da Volta, 42 anos depois, à cidade sadina e será um dos eventos em destaque no programa Setúbal – Cidade Europeia do Desporto 2016.

A etapa em questão, agendada para o penúltimo dia da Volta, terá início em Alcácer do Sal, facto que assinala igualmente o regresso dos ciclistas ao sul do Tejo e também às estradas alentejanas.

Joaquim Gomes salientou ainda o regresso de FC Porto e Sporting na 78.ª edição da Volta e não escondeu o desejo de ter também no próximo ano o Benfica no pelotão, que em 2016 terá seis equipas nacionais e dez a 12 estrangeiras.

“Alertados pelo facto de FC Porto e Sporting estarem de regresso ao ciclismo e à Volta, temos esperança de que o Benfica também possa estar presente na Volta em 2017”, disse.

Delmino Pereira, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, antevê na etapa que terá a meta colocada na Avenida Luísa Todi um dia de luta intensa que poderá determinar o vencedor.

Notícia publicada no Diário de Notícias a 19 de janeiro.

Dupla campeã da Europa de tiro espera felicitação de Cavaco Silva

João Costa e Joana Castelão nunca tinham competido juntos e venceram na variante de Air 50 Pistol de tiro de ar comprimido. Só lamentam o silêncio do Presidente da República.

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Só nos melhores sonhos João Costa, 50 anos, e Joana Castelão, 20 anos mais nova, admitiam a possibilidade de se sagrarem campeões da Europa. Mas o sonho tornou-se realidade em Arnhem (Holanda) anteontem, com a dupla portuguesa a conquistar o ouro na prova de Air 50 Pistol nos Europeus de tiro de ar comprimido. Foi a primeira vez na história da competição que foram admitidas duplas mistas nesta variante e por isso, apesar de amigos há muitos anos – convivência reforçada com os estágios da seleção nacional -, o comportamento conjunto em competição era uma incógnita.

No meio dos festejos, há contudo um lamento: o esquecimento de Cavaco Silva. “Estou muito desiludido com o nosso Presidente da República, que não se dignou a felicitar-nos! Já em 2011 eu tinha sido campeão da Europa e adormeci à espera que o telefone tocasse”, queixou-se João Costa ao DN.

Notícia publicada no Diário de Notícias a 9 de março.

Antigas “glórias” do Benfica confiantes para a final

Antigos jogadores do Benfica, convidados para assistir à final em Turim, demonstraram confiança na conquista da competição europeia.

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Entre os muitos adeptos que se deslocaram a Turim, de modo a assistir à final da Liga Europa, encontram-se alguns rostos bem conhecidos, como José Eduardo Moniz, “vice” do clube”, Humberto Coelho, Simões e Valdo. Os antigos jogadores encarnados mostraram-se todos confiantes na vitória final.

O vice-presidente do Benfica, José Eduardo Moniz, expressou o seu desejo em regressar a Portugal com a Taça. “Temos de marcar mais golos que eles”, indicou, antes de parabenizar a equipa pela “época brilhante”

Humberto Coelho, vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e antigo defesa-central das águias, relembrou que sempre que o Benfica disputou uma final europeia frente a equipas espanholas (1961 com o Real Madrid e 1962 com o Barcelona) a sorte sorriu aos encarnados. “Não há duas sem três”, disse, visivelmente bem-disposto.

O irrequieto extremo António Simões, vencedor de duas Taças dos Campeões Europeus pelo Benfica, aconselhou prudência à equipa de Jorge Jesus, que considera levar uma “pequenina vantagem”. “O Benfica tem de ser prudente sem deixar de ser ambicioso”, concluiu.

Diamantino Miranda e Valdo mostraram-se “otimistas” com uma equipa encarnada “com todas as condições para vencer”. “O Benfica atravessa grande momento”, reconheceu o jogador brasileiro.

Por último, Ricardo Gomes, defesa brasileiro que venceu dois campeonatos pelo Benfica, “afastou” o fantasma da final do ano passado e avisou que na “final não há favoritos”.

Publicado no Diário de Notícias a 14 de maio de 2014

Do jogo de estreia a uma final europeia

Sevilha e Benfica reencontram-se 57 anos depois do único embate europeu entre os dois clube. O jogo de 1957 marcou a estreia de ambos nas provas da UEFA, o desta quarta-feira promete a taça da Liga Europa.

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Turim assinala o reencontro entre dois emblemas com laços históricos, mas que, de certa forma, perderam o contacto ao longo dos anos. Em 1957, Sevilha e Benfica cumpriram ambos a sua estreia nas competições europeias e logo um contra o outro.

O estádio de Nervión, a ‘casa’ do clube andaluz até 1958, foi o palco dessa partida, referente à primeira mão da ronda preliminar da Taça dos Clubes Campeões Europeus, na qual os espanhóis venceram por 3-1. O dia de 19 de setembro de 1957 tornava-se a partir daí uma efeméride a unir para sempre Sevilha e Benfica, se bem que apenas os espanhóis tenham guardado boas memórias.

Os golos de Pahuet, Iborra e Pepillo anularam o tento de honra encarnado da autoria de Francisco Palmeiro, construindo uma vantagem segura e defendida com sucesso no desafio da segunda mão, uma semana mais tarde, com um nulo em Lisboa. A formação de Otto Glória não conseguiu inverter o rumo da eliminatória, apesar de o Benfica contar então nas suas fileiras com os ‘históricos’ José Águas, Mário Coluna, Ângelo ou Cavém, entre outros.

O Benfica despedia-se assim rapidamente da sua primeira aparição no ‘Velho Continente’, enquanto o Sevilha, comandado pelo técnico Satur Grech, seria afastado nos quartos de final pelo poderoso Real Madrid, que seguia na rota de mais um título europeu. Porém, os andaluzes não se esqueceram dos encarnados e imortalizaram o símbolo do Benfica no enorme mosaico que preenche a fachada do atual recinto do clube, o Ramón Sánchez Pizjuán.

O desfecho da eliminatória entre Sevilha e Benfica não seria um reflexo do que se seguiria, pois o período áureo dos encarnados chegou poucos anos depois, fruto das conquistas europeias de 1961 e 1962 e ainda com as finais perdidas de 1963, 1965 e 1968. Já o Sevilha teve de esperar pelo início do século XXI para atingir a ribalta europeia, com as vitórias na Taça UEFA de 2006 e 2007 e ainda a Supertaça Europeia de 2006.

Desde 1957 que os dois clubes não voltaram a jogar. Contudo, tal como no primeiro duelo, também este promete ser um embate histórico. A final da Liga Europa, em Turim, no dia 14 de maio, será uma data para recordar entre os adeptos de Sevilha e Benfica, já que os primeiros querem manter o pleno de vitórias nas finais e os segundos querem acabar com um jejum que perdura desde 1962. A cidade dos Alpes italianos será o cenário da resposta aos anseios de ambos…

Publicado no Sapo a 14 de maio de 2014

Benfica é recordista de finais europeias perdidas

Equipa da Luz perdeu a oitava final europeia consecutiva e continua com o palmarés resumido às conquistas com Belá Guttmann, na década de 60.

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O Benfica perdeu nesta quarta-feira a sua oitava final europeia consecutiva, depois dos triunfos na Taça dos Campeões Europeus de 1960/61 e 61/62, caindo pela segunda vez no desempate por grandes penalidades. O clube da Luz, após a derrota frente ao Sevilha, reforçou o estatuto de clube europeu com mais finais perdidas consecutivas (a Juventus também perdeu oito, mas não consecutivas, e tem oito títulos europeus).

A formação “encarnada” começou da melhor maneira, com triunfos frente a Barcelona (3-2) e Real Madrid (5-3), mas, depois disso, jamais arrebatou qualquer troféu, vítima, segundo a “lenda”, da “maldição” de Belá Guttmann, o treinador nos dois títulos.

Depois de deixar a Luz, o húngaro, a quem foi erguida uma estátua já no decorrer desta época (só depois de, curiosamente, o FC Porto o ter feito no seu museu), disse que o Benfica jamais voltaria a ser campeão europeu sem ele e, volvidos mais de 50 anos, os “encarnados” continuam “apenas” com dois troféus europeus e já com uma “imensidão” de oito finais perdidas. A Liga Europa, é certo, não quebraria a “maldição” – é um título europeu, mas não conferiria ao Benfica o estatuto de campeão europeu que a Liga dos Campeões oferece -, mas o desalento volta a apoderar-se da massa adepta encarada.

O Benfica não foi feliz pós Guttmann, mas foi-o claramente na primeira final com o húngaro, em 1960/61, num triunfo sofrido frente ao Barcelona (3-2), em Berna, depois de ter estado a perder.

Na época seguinte, os “encarnados” foram “gigantes” diante do Real Madrid, em Amesterdão, onde estiveram a perder por 2-0 (“bis” de Ferenc Puskas, que ainda fez o 2-3) e venceram por 5-3, como José Águas e Coluna a repetir os golos do ano anterior e o “miúdo” Eusébio a resolver, com um “bis”.

Com Fernando Riera em vez de Guttmann, o Benfica, então bicampeão em título, era favorito na final de 1962/63 e esteve a vencer, com um golo de Eusébio, mas um “bis” de Altafini, na segunda metade, deu o título ao AC Milan, em Wembley (1-2).

O Benfica falhou a final de 1963/64, mas voltou na época seguinte, para jogar fora, com o Inter de Milão, em Itália onde um golo de Jair, aos 42 minutos, decidiu (0-1) um jogo que os “encarnados” jogaram com apenas 10 desde os 57′, por lesão do guarda-redes Costa Pereira. Não havia substituições.

A década de 60 ainda teve uma quinta final, em 1967/68. Em Wembley, perto de casa, o Manchester United marcou primeiro, mas Jaime Graça empatou e, com o fim à vista, Eusébio falhou uma oportunidade daquelas que “nunca” falhava. No prolongamento, os ingleses, de George Best, marcaram três golos de “rajada”.

Quinze anos volvidos, em 1982/83, o Benfica chegou à final da Taça UEFA, mas, frente a um poderoso Anderlecht, perdeu por 1-0 em Bruxelas e, em casa, depois de sonhar, com um golo de Shéu, caiu aos pés de Lozano (1-1), que “gelou” a Luz.

A sétima final, e sexta na Taça dos Campeões, aconteceu em 1987/88 e, frente ao PSV Eindhoven, base da Holanda campeã europeia em 1988, o troféu decidiu-se nos penáltis. O “onze” de Toni marcou os cinco primeiros, mas, ao sexto, Janssen manteve o pleno na baliza de Silvino, enquanto Veloso falhou.

Os “encarnados” voltaram em 1989/90, mas, frente a um “super” AC Milan, dos holandeses Rijkaard (autor do único golo do encontro), Gullit e Van Basten, mais uma série de “estrelas”, como Maldini, Baresi ou Ancelotti, voltou a perder.

Vinte e três anos depois, o Benfica disputou a final da Liga Europa, frente ao então detentor do título europeu, o Chelsea, e voltou a cair (1-2), desta vez de forma “cruel”, com um golo aos 90+3 minutos, de Ivanovic.

Hoje, em Turim, repetiu-se a história de há 28 anos, com o PSV (com as devidas diferenças entre Liga dos Campeões e Liga Europa, prova de segunda linha do futebol europeu), já que não se marcaram golos durante 120 minutos e, depois, a equipa “encarnada” caiu nos penáltis (2-4), sendo que, desta vez, foram Cardozo e Rodrigo a falhar.

Publicado no Diário de Notícias a 15 de maio de 2014