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UE destina 2,7 mil milhões de euros para o “Erasmus+” em 2018

Em 2018, o programa Erasmus+ continuará a crescer podendo atingir os 2,7 milhões de euros.

A Comissão Europeia prepara-se para receber novas candidaturas para o programa Erasmus+, o programa da União Europeia para a mobilidade e a cooperação no domínio da educação, da formação, da juventude e do desporto. O programa deverá contar ainda com um aumento de 200 milhões de euros no seu orçamento anual, podendo atingir os 2,7 mil milhões de euros.

Em 2018, o programa Erasmus+ continuará a ajudar a implementar as prioridades políticas da Comissão Europeia, nomeadamente, os objetivos fixados nas recentes iniciativas “Uma nova agenda da UE em prol do ensino superior” e “Desenvolvimento das escolas e um ensino da excelência para um melhor começo de vida”.

O objetivo geral destas iniciativas consiste em ajudar os Estados‑Membros a proporcionar aos jovens uma educação de elevada qualidade, inclusiva e voltada para o futuro.

Em conformidade com a Agenda para Novas Competências na Europa, o Erasmus+ continuará a ser um pilar importante na promoção do vasto leque de conhecimentos, aptidões e competências que ajudam as pessoas a singrar num contexto em rápida evolução das sociedades, incluindo competências transversais, tais como a criatividade, a resolução de problemas e o espírito empreendedor.

Adaptação de notícia publicada no Jornal Económico a 25 de outubro.

Carros vão ter emissões poluentes mais baixas

A Comissão Europeia propôs novas metas para as emissões poluentes dos automóveis de passageiros e veículos comerciais ligeiros novos da União Europeia, que serão aplicáveis a partir de 2025 e 2030, respetivamente.

O objetivo é que as emissões sejam 30% mais baixas em 2030 por comparação aos níveis registados com 2021. O responsável pela União da Energia, Maros Sefkovic, considera que é preciso entrar numa era de transformação económica mais respeitadora do meio ambiente.

“A partir de 2030, mais de 70% da energia usada na Europa será produzida com recursos a fontes renováveis. Teremos energia limpa para abastecer carros não poluentes. Trabalhamos nesse sentido porque é necessária uma verdadeira transição, uma mudança substancial”, disse Maros Sefkovic.

Algumas organizações ambientalistas e o partido dos Verdes, no Parlamento Europeu, pensam que as propostas são pouco ambiciosas face aos desafios das alterações climáticas.

Já a Alemanha, que tem uma forte indústria automóvel, alerta que metas mais restritivas de emissões podem causa perdas económicas no setor.

Notícia publicada na Euronews a 8 de novembro.

Grupo Europeu de Solidariedade cria ponte para oportunidades de emprego

O Grupo destina-se a jovens entre os 18 e os 30 anos e com um orçamento superior a 340 milhões de euros, o Corpo Europeu de Solidariedade prevê, durante os próximos três anos, a colocação de 100 mil jovens em projetos de voluntariado, estágios ou empregos.

O programa deu os primeiros passos em dezembro do ano passado e recebeu logo 30 mil inscrições e Portugal tem 266 organizações com acesso à Base de dados do Corpo Europeu de Solidariedade. Passados três meses do seu início, estavam disponíveis na base de dados mais de 100 experiências e foram contactados mais de 9 mil participantes.

Qualquer pessoa com 18 a 30 anos pode inscrever-se no Corpo Europeu de Solidariedade, devendo indicar em que tipo de projetos gostaria de estar envolvida e em que países. O Corpo Europeu de Solidariedade disponibiliza colocações em regime de voluntariado, estágio, ou de trabalho e dá também a oportunidade de desenvolver projetos de solidariedade próprios. A inscrição no Corpo Europeu de Solidariedade é simples e pode ser feita através do Portal Europeu da Juventude.

in TSF

Portugueses entre os europeus que mais reciclam

Os portugueses estão entre os europeus que mais consideram que proteger o ambiente é importante, revela o Eurobarómetro, divulgado no dia 9 de novembro. Quase dois terços afirmam que separam e reciclam o lixo. 

Rita Franca

O relatório, que foi pedido pela Direcção-Geral do Ambiente da Comissão Europeia, dá conta das percepções em matéria de ambiente e fontes de informação, consciência ambiental, papel do sector público, estratégias de combate à poluição e ao desperdício.

De acordo com o inquérito, feito entre 23 de Setembro e 2 de Outubro, a 27,8 mil cidadãos, 1031 dos quais portugueses, o assunto é levado a sério. Nove em cada 10 europeus acham que a protecção ambiental é importante: a variação situa-se entre os 99% de Portugal, Suécia e Chipre e os 85% da Áustria. Mas não foi sempre assim. A proporção de pessoas que entendem que o meio ambiente é importante tem vindo a subir desde 2014.

Nem todos os europeus valorizam o mesmo aspecto. Em 11 Estados-membros, a grande preocupação é suscitada pelas alterações climáticas. Noutros oito, pela poluição do ar. Noutros sete países, pela crescente quantidade de resíduos. E num único país, Portugal, pela poluição agrícola e a degradação do solo.

Contudo, tanta inquietação com o estado do planeta nem sempre se reflecte em pequenos gestos, como separar e reciclar o lixo, comprar produtos locais, poupar energia eléctrica, evitar plástico de uso único, poupar água, evitar o carro, privilegiar os meios de transportes mais amigos do ambiente, evitar produtos muito embalados.

Em 23 Estados-membros, o comportamento amigo do ambiente mais comum é a separação de lixo e a reciclagem. Portugal é exemplar: 63% dos entrevistados disseram que tinham feito isso nos seis meses anteriores, apenas 32% disseram que tinham poupado água. Padrão semelhante foi encontrado na Bélgica, em França, em Itália, no Luxemburgo, na Holanda, na Polónia e na Eslováquia. Noutros países, o mais comum é a compra de produtos locais.

in Público

Erasmus tem sido o “betão armado” da cultura europeia

O Ministro da Educação disse que o programa europeu Erasmus tem sido o “betão armado” da cultura europeia e que irá “nutrir” essa identidade sendo também financeiramente vantajoso.

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“Nenhum político, nenhum discurso, nenhum tratado poderá trabalhar tanto em prol da União Europeia como as pessoas que passaram pelo Erasmus”, disse Tiago Brandão Rodrigues numa conferência da Agência Nacional Erasmus+ e Fórum Estudante, no âmbito das comemorações em Lisboa do 30.º aniversário do programa.

Nesta conferência foram apresentados diversos testemunhos de quem participou no programa europeu de mobilidade. Tiago Brandão Rodrigues foi um dos alunos Erasmus tendo recebido recentemente o prémio Geração Erasmus + atribuído pelo Parlamento Europeu.

“Todos nós entendemos que a experiência Erasmus irá nutrir a identidade europeia como nenhuma outra peça logística da União Europeia”, disse Tiago Brandão Rodrigues adiantando que é financeiramente vantajoso cada euro gasto neste programa.

Para exemplificar esta vantagem financeira o ministro apontou o caso do Brexit considerando que se a votação fosse feita apenas pelos jovens Erasmus a vitória da opção pela permanência do Reino Unido na União Europeia teria sido esmagadora.

“A falta de internacionalização de muitos dos britânicos levou ao entendimento desses britânicos que a experiência europeia não era positiva e isso acaba por fazer pagar uma fatura para todos os europeus inclusivamente para os britânicos a curto, médio e longo prazo”, disse.

Durante a conferência que contou ainda com a presença do Comissário Europeu da Educação, Cultura, Juventude e Desporto, Tibor Navracsics, foram colocadas algumas questões relacionadas com o programa entre as quais a necessidade de este também ser acessível aos jovens desfavorecidos e a necessidade de adequar as bolsas aos custos reais das cidades.

Quer o ministro quer o comissário europeu consideraram ser dois desafios a ter em conta alertando para a necessidade de o programa ter maior financiamento o que, segundo Tibor Navracsics, implicaria uma maior participação financeira dos Estados Membros.

No primeiro ano do programa, em 1987, 3.244 jovens usufruíram da mobilidade e entre 1987 e 2017, um total de nove milhões de jovens beneficiaram de uma experiência internacional para estudar, viajar, estagiar, ganhar experiência profissional ou fazer voluntariado noutro país.

Notícia publicada no Diário de Notícias a 6 de novembro.

Igualdade de género criaria milhões de empregos na Europa 

Estudo indica que emprego daria salto substancial se as mulheres oportunidades iguais nas áreas da ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Fotografia: Direitos reservados

Se a União Europeia investir na igualdade de género, pode criar até 10,5 milhões de novos empregos e gerar um aumento de quase 10% do PIB por pessoa, revela um estudo europeu. O estudo, a que a Lusa teve acesso, é da responsabilidade do Instituto Europeu para a Igualdade de Género (EIGE, na sigla em inglês), e vem mostrar os benefícios económicos da igualdade de género na União Europeia.

O EIGE demonstra que uma maior igualdade de género na Europa teria fortes e positivos impactos no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ao longo do tempo, ao mesmo tempo que traria taxas de emprego e de produtividade mais elevadas e poderia responder aos desafios do envelhecimento da população. Especificamente no que diz respeito à criação de postos de trabalho, o EIGE defende que a taxa de emprego sentiria um salto “substancial” se as mulheres tivessem igualdade de oportunidade nas áreas da ciência, tecnologia, engenharia e matemática. “Isto conduziria a um crescimento da taxa de emprego da União Europeia de entre 0,5 pontos percentuais (pp) e 0,8pp até 2030 e de entre 2,1pp e 3,5pp até 2050”, o que conduziria a uma taxa de emprego de quase 80% em 2050, no caso de mudanças substanciais.

Acrescenta o EIGE que uma evolução deste nível iria contribuir para aumentar os salários e reduzir o fosso salarial entre homens e mulheres. Reduzindo o fosso salarial, seria possível atrair mais mulheres para o mercado de trabalho, acredita o EIGE.

Adaptação de notícia publicada no Dinheiro Vivo a 8 de março

Jovens têm dificuldades no mercado de trabalho

O desemprego jovem é um dos grandes desafios que se colocam ao futuro da Europa. Muito se fala deste problema e muito dinheiro está a ser investido nele. O Real Economy passou por Portugal, com escalas em Lisboa e Porto, e também pela Irlanda, para observar este problema. Em ambos os países, os números do desemprego jovem caíram, mas ainda se mantém altos.

Os discursos, as políticas e o dinheiro investido sucedem-se, mas estará de facto todo este investimento a ter reflexo positivo? Em Portugal, 13,3 por cento da população ativa não tem emprego, dos quais 33,6 por cento são jovens. De facto, a situação não é tão má como em Espanha, mas ainda é uma das piores da Europa. Como é que Portugal esta a lidar com o problema e que faz falta para melhorar a situação dos jovens portugueses?

“Desde o início da crise, o número de jovens que deixaram Portugal em busca de trabalho no estrangeiro é já equivalente à população da segunda maior cidade do país, o Porto”, refere o enviado especial de Real Economy à capital “alfacinha”, apontando para mais de 200 mil emigrantes portugueses entre os 20 e os 40 anos, “muitos deles com um elevado currículo académico”. Esta questão do alto nível de instrução não, porém, um exclusivo português: “41 por centos dos emigrantes europeus possui formação universitária”, sublinha.

Adaptação de notícia publicada na Euronews a 10 de março

Hawking avisa que progresso tecnológico pode ser “autogolo” para a Humanidade

O cientista alerta para o facto de um “desastre para o planeta Terra” ser “quase certo nos próximos mil ou dez mil anos” e aponta as colónias no espaço como a possibilidade de sobrevivência do Homem.

Stephen Hawking alertou para os riscos que a Humanidade tem fabricado para si mesma e para o seu futuro afirmando que o progresso tecnológico e científico criará “várias formas de as coisas puderem correr mal” e pode mesmo significar um “autogolo” da Humanidade contra si própria.

Enumerando a guerra nuclear, o aquecimento global ou vírus geneticamente modificados, que acrescem aos perigos da Inteligência Artificial já anteriormente apontados por Hawking, o físico avisou que “um desastre para o planeta Terra” é “quase certo nos próximos mil ou dez mil anos”.

A sobrevivência da espécie humana residirá, então, na criação de colónias no espaço. “Contudo, não estabeleceremos colónias autossuficientes no espaço pelo menos durante os próximos cem anos, por isso temos de ser bastante cuidadosos neste período”.

Adaptação de notícia publicada no Diário de Notícias a 19 de janeiro

Comissão Europeia aprova medicamento para epilepsia em crianças

O medicamento da Bial, Zebinix, foi aprovado pela Comissão Europeia e está indicado em todos os países da União Europeia para tratar adolescentes e crianças com mais de seis anos com epilepsia.

“Esta aprovação tem como base vários estudos que demonstram a eficácia e segurança deste fármaco, nomeadamente ao nível neurocognitivo (capacidade de concentração, processamento e informação e memória”, refere a Bial, em comunicado enviado às redações.

A epilepsia afeta 50 milhões de pessoas em todo o mundo e seis milhões só na Europa, sendo detetados 100 mil novos casos todos os anos.

In ECO

Comissão Europeia lança programa de voluntariado

A Comissão Europeia lançou no final do ano passado um programa de voluntariado semelhante ao programa ERASMUS para jovens entre os 18 e os 30 anos. O programa tem o nome de “Corpo Europeu de Solidariedade” e foi lançado pela Representação da Comissão Europeia em Portugal, em parceria com a Fundação AMI.

O programa foi lançado em todos os 28 Estados -Membros da União Europeia e tem como intuito promover  oportunidades de solidariedade, sob a forma de voluntariado, estágio ou trabalho, para jovens europeus.

O Corpo Europeu de Solidariedade foi criado com o objetivo de responder às necessidades de comunidades vulneráveis em termos de alimentação, limpeza de florestas ou integração de refugiados.

Os jovens poderão realizar estas atividades voluntárias por períodos de dois a 12 meses e as oportunidades de emprego, formação ou estágio consequentes, por um período mínimo de quatro meses.

As organizações participantes terão que assinar uma Carta dos Princípios Fundamentais e aos jovens será disponibilizado alojamento, alimentação, despesas de viagem, seguro e uma mesada. Por sua vez, os estagiários terão sempre um contrato de trabalho e um salário.

Adaptação de notícia publicada na TSF a 7 de dezembro.